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6,5 mil respiradores fabricados no Brasil são adquiridos pelo Ministério da Saúde

O maior desafio da fabricação dos respiradores mecânicos em solo brasileiro é o tempo reduzido. Diversas empresas estão envolvidas no projeto.
Respiradores mecânicos serão produzidos no Brasil
Foto: ARND WIEGMANN / REUTERS (Reprodução do site do jornal O Globo)

Na última terça-feira (07/04), o Ministério da Saúde assinou contrato de compra de 6,5 mil respiradores mecânicos de um fabricante nacional, no valor de R$ 322,5 milhões, para uso no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus. Todos os equipamentos devem ser entregues em até 90 dias, sendo dois mil ainda neste mês de abril.

Ao todo, serão 5.760 ventiladores de transporte e emergência (aparelho de ventilação pulmonar para reanimação basead) e 740 ventiladores pulmonares eletrônicos neonatal pediátrico e adulto (Oxymag).

Desafio da fabricação

A pandemia está fazendo o mundo inteiro sofrer com a escassez de produtos e máquinas. Por isso, a indústria brasileira vem se movimentando para atender à necessidade nacional. “Iniciamos uma ação há cerca de 45 dias, que é extremamente complexa, que é fazer com que a indústria nacional dispare uma produção em tempo reduzido. Temos quatro empresas que produziam esses equipamentos em uma pequena quantidade e, juntos conseguimos ampliar esta produção”, diz o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Empresas envolvidas

Para fabricar os respiradores, que serão distribuídos pelo Ministério da Saúde, a empresa contratada, Magnamed, vai contar com um grupo de empresas lideradas pela Positivo Tecnologia, Suzano, Klabin, Flex e Embraer, e apoiadas pela Fiat Chrysler Automóveis, White Martins, Veg, e pelos bancos BTG Pacutal, Itaú, Febraban (Federação Brasileira de Bancos), entre outros.

Assinado esse contrato, vamos ter a previsão de entrega de respiradores por semana, o que vai dar muita segurança ao fornecimento destes equipamentos para dar suporte aos hospitais públicos no atendimento à população. Uma vez produzidos no Brasil, ganhamos autonomia perante as compras internacionais, que ainda são frágeis”, finaliza Mandetta.

Veja também: Ministério da Saúde compra 240 milhões de máscaras

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