Revista da Farmácia

AstraZeneca apresenta na COP30 novos dados sobre sistema de saúde brasileiro

Foto: Divulgação

Reforçando seu compromisso com a construção de um futuro mais saudável para as pessoas, a sociedade e o planeta, a empresa apresentará novos dados durante a conferência, que será realizada em Belém (PA). O foco será evidenciar o impacto da prevenção, da detecção precoce e do tratamento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) como estratégias eficazes para a mitigação climática e o fortalecimento da resiliência dos sistemas de saúde.

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Um estudo da IQVIA, financiado pela AstraZeneca, aponta o potencial de evitar a emissão de 1.500 toneladas de CO₂ nos próximos 25 anos por meio da distribuição gratuita de medicamentos inovadores para diabetes tipo 2, via Programa Farmácia Popular. Ao promover o tratamento da doença, pacientes reduzem o risco de evoluir para doença renal crônica (DRC) e de necessitar de diálise — procedimento com alto consumo de água e eletricidade, que contribui significativamente para a emissão de CO₂. Dessa forma, é possível diminuir o impacto ambiental e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

“A saúde das pessoas e a saúde do planeta estão profundamente interconectadas. Avançar em políticas públicas que priorizem a prevenção, o diagnóstico precoce e o cuidado sustentável é essencial para assegurar melhores desfechos clínicos enquanto reduzimos o impacto ambiental dos sistemas de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da AstraZeneca no Brasil.

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Além disso, a AstraZeneca participou dos eventos pré-COP30, realizados em 5 de novembro pelo Governo do Estado de São Paulo:

Pesquisa inédita na América Latina

Durante a COP30, a AstraZeneca também lançará uma pesquisa em parceria com a IPSOS, realizada no Brasil, na Colômbia e no México, para analisar como as populações latino-americanas percebem o impacto das mudanças climáticas na saúde — com foco em doenças respiratórias e na poluição do ar.

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