O Grupo Panvel (B3: PNVL3) anunciou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), marcando o início de um novo ciclo de crescimento, com avanço consistente em vendas, ganho de market share, expansão de rentabilidade e evolução dos principais indicadores financeiros e operacionais. No período, a companhia registrou receita bruta consolidada de R$ 1,57 bilhão, crescimento de 15,8% em relação ao 1T25, mantendo a trajetória de execução da estratégia de longo prazo apresentada no Panvel Day 2026.

Principais destaques do 1T26:
• Receita bruta consolidada: R$ 1,57 bilhão (+15,8% vs. 1T25);
• Receita bruta do varejo: R$ 1,56 bilhão (+15,1% vs. 1T25);
• Crescimento em mesmas lojas (SSS): +11,5% | Lojas maduras (MSSS): +9,2%;
• Venda média por loja: R$ 784 mil/mês (+11,2% vs. 1T25), com R$ 829 mil/mês nas lojas maduras;
• Ganho de market share em todos os estados, alcançando participação de 13,3% na Região Sul (+0,6 p.p. vs. 1T25);
• EBITDA ajustado do Grupo: R$ 81,2 milhões (+25,6%), com margem de 5,2%;
• Lucro líquido ajustado: R$ 38,5 milhões (+38,1%), com margem líquida de 2,4%;
• Fluxo de caixa livre positivo de R$ 12,4 milhões no trimestre;
• Dívida líquida/EBITDA de 0,88x, menor patamar dos últimos trimestres;
• Participação digital de 28,5% das vendas do varejo, com crescimento de 45,7% vs. 1T25;
• Produtos Panvel avançaram 16,2% no trimestre, com participação de 19,1% nas vendas de Higiene e Beleza. No varejo, a categoria representou 8,8% das vendas totais (excluída a participação de GLP-1 no mix).
O Grupo Panvel apresentou forte desempenho de vendas no trimestre, impulsionado principalmente pelo crescimento do fluxo de clientes nas lojas físicas e no canal digital. A receita bruta do varejo atingiu R$ 1,56 bilhão no período, com avanço de 15,1% frente ao 1T25. O crescimento de 11,5% nas mesmas lojas e de 9,2% nas lojas maduras, ambos acima da inflação do período, reforça a consistência do modelo de negócios e a capacidade da companhia de capturar ganhos sobre sua base instalada.
A melhora da rentabilidade acompanhou esse movimento. O EBITDA ajustado do Grupo somou R$ 81,2 milhões no 1T26, crescimento de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com margem de 5,2%, representando expansão de 0,4 ponto percentual na comparação anual. Já o lucro líquido ajustado totalizou R$ 38,5 milhões, com avanço de 38,1%.
A companhia também manteve sua trajetória de disciplina financeira. O fluxo de caixa operacional foi de R$ 35,8 milhões, e o fluxo de caixa livre foi positivo em R$ 12,4 milhões no trimestre, historicamente um período mais desafiador para a geração de caixa. A relação dívida líquida/EBITDA encerrou o período em 0,88x, menor patamar dos últimos trimestres, reforçando a solidez da estrutura de capital. O custo médio da dívida atingiu CDI – 1,6%, consolidando a Panvel como uma das companhias com menor custo de endividamento do setor.
As principais alavancas estratégicas seguiram evoluindo no período. O canal digital atingiu 28,5% da receita bruta do varejo, patamar recorde para um primeiro trimestre, com crescimento de 45,7% em relação ao 1T25. As vendas pelo aplicativo avançaram 95,5%, refletindo a aceleração da digitalização da base de clientes e a consolidação da Panvel como referência em omnicanalidade no varejo farmacêutico brasileiro.
A plataforma Panvel Ads também manteve ritmo de forte expansão, com crescimento de 84% no faturamento em relação ao 1T25, consolidando-se como uma avenida relevante de geração de valor para a companhia e para as indústrias parceiras. A estratégia digital da Panvel segue ancorada em jornadas cada vez mais personalizadas, com foco em saúde, beleza, bem-estar e conveniência.
A base de clientes também avançou no trimestre. A Panvel atingiu 29 milhões de clientes cadastrados, com 7,5 milhões de clientes ativos, crescimento de 8,5% em relação ao 1T25. Os clientes fiéis chegaram a 1,7 milhão, alta de 9,1%, enquanto a participação dos clientes omnichannel alcançou 17,1% da base ativa, avanço de 2,6 p.p. Esse perfil de consumidor apresenta maior frequência e maior ticket médio, tornando-se um vetor relevante de produtividade e geração de valor no longo prazo.
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No mix de vendas, os medicamentos seguiram como destaque, com crescimento de 19,7% em Medicamentos de Marca e de 21,9% em Genéricos. A categoria de Higiene e Beleza avançou 9,2%, com ganho de participação da Panvel na Região Sul. Dentro da categoria, os Produtos Panvel cresceram 16,6%, acima da média do segmento.
Os Produtos Panvel mantiveram trajetória consistente no trimestre, reforçando seu papel como diferencial competitivo. A marca própria representou 7,8% das vendas totais do varejo e, sem GLP-1, atingiu 8,8% de participação, além de 19,1% nas vendas de Higiene e Beleza, expansão de 1,2 p.p. em relação ao 1T25. Ao final de março, o portfólio somava 1.268 SKUs ativos, com destaque para as linhas de cuidados com o corpo, infantil, cuidado adulto e maquiagem.
“Começamos 2026 com um desempenho sólido, impulsionado pelo crescimento das vendas, pela expansão da rentabilidade e pela disciplina financeira. Os resultados do trimestre evidenciam a captura contínua de ganhos de produtividade, o avanço da digitalização da base de clientes e o fortalecimento de nossas principais alavancas estratégicas. A combinação entre uma operação eficiente, um canal digital em aceleração, uma marca própria em expansão e uma estrutura de capital equilibrada nos posiciona de forma consistente para a execução do nosso ciclo de longo prazo”, afirma Julio Mottin Neto, CEO do Grupo Panvel.