A EMS, maior laboratório farmacêutico do Brasil, conquistou o 1º lugar na categoria “Farmacêuticas e Ciências da Vida” na 11ª edição do Prêmio Valor Inovação Brasil 2025. Esse renomado reconhecimento confirma a posição da EMS como a farmacêutica mais inovadora do setor e uma das empresas de maior destaque em inovação em todo o país, reforçando o compromisso da empresa com a pesquisa e a busca por soluções que promovam saúde e bem-estar às pessoas.
A premiação chega no ano que marca o lançamento, pela companhia, das canetas de liraglutida Olire e Lirux, as primeiras 100% nacionais, produzidas com tecnologia de ponta e disponibilizadas ao mercado brasileiro neste mês de agosto. A EMS também alcançou a 14ª posição no ranking geral do anuário, que elenca as 150 empresas mais inovadoras do país em diferentes segmentos de atuação.
O troféu Valor Inovação foi entregue a Fábio Barros, diretor executivo científico da EMS, durante cerimônia realizada em São Paulo, na noite de 19 de agosto.
Para Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, “esse reconhecimento reforça a importância do investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, que nos permite transformar ciência e tecnologia em projetos inéditos e revolucionários. A inovação é um pilar central da EMS e faz parte do nosso DNA. Nosso compromisso é ampliar o acesso, melhorar tratamentos e promover a saúde e o bem-estar das pessoas, mantendo um pipeline diversificado de projetos que abrangem diferentes áreas terapêuticas e modelos de negócio”, destacou.
Realizado pelo jornal Valor Econômico, em parceria com a Strategy&, consultoria estratégica da PwC, o prêmio tem como objetivo avaliar, de maneira consistente e sistemática, as práticas de inovação das companhias que atuam no Brasil em diferentes setores. O ranking é baseado em cinco pilares da cadeia de inovação: intenção de inovar, esforço para realizar a inovação, resultados obtidos, avaliação do mercado e geração de conhecimento.
Metodologia
A metodologia do anuário Valor Inovação Brasil reúne critérios capazes de medir o investimento contínuo das empresas em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, englobando desde aportes em ciência até iniciativas de transformação digital. Em sua 11ª edição, o estudo acompanhou o desempenho e a disciplina das companhias para identificar as mais inovadoras do país.

Como resultado, o ranking destaca um seleto grupo que trata a inovação como pilar estratégico e de longo prazo. As participantes são avaliadas em quatro dimensões: planejamento da empresa no processo de inovação; execução e práticas adotadas; resultados alcançados; e reconhecimento obtido a partir de citações e pedidos de patentes publicados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) durante o ano-base da pesquisa.