A área de Oftalmologia do Aché Laboratórios Farmacêuticos tem se conectado a causas transformadoras, apoiando projetos sociais e aproximando a companhia de iniciativas inovadoras que utilizam a tecnologia para promover a inclusão e a autonomia de pessoas com deficiência visual.

Um dos exemplos é o patrocínio ao projeto “PRONAC 236394 – Fundação Dorina Nowill para Cegos: Celebrando 80 anos de Inclusão no Brasil”, que tem como objetivo a produção de quatro mil boxes contendo cinco livros em formato braille-tinta, falado e digital acessível, contando a história da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Prestes a completar 80 anos, a instituição sem fins lucrativos é reconhecida pela inovação e pelo compromisso em transformar a vida de milhares de pessoas cegas e com baixa visão, tendo como principais áreas de atuação a habilitação e reabilitação, a produção de materiais acessíveis e o apoio a famílias, escolas e empresas para promover a inclusão em todos os aspectos.
Outra inovação apoiada pelo Aché foi a plataforma Be My Eyes, um site e aplicativo com tecnologia de IA que conecta pessoas cegas ou com baixa visão a voluntários videntes que, por meio de videochamadas e interpretação por inteligência artificial, auxiliam em tarefas como ler informações, encontrar objetos, verificar datas de validade de produtos ou faturas, conferir o valor de cédulas e pagar contas. “O voluntário literalmente ‘empresta seus olhos’ a quem precisa, fazendo a diferença ao auxiliar nas tarefas do dia a dia e promovendo maior autonomia e qualidade de vida”, explica Roberta Calvoso, diretora de Marketing do Aché. A plataforma Be My Eyes está presente em mais de 150 países, oferece suporte em 180 idiomas e funciona 24 horas por dia.
Inclusão também pelo esporte
Além das iniciativas de inclusão por meio da tecnologia e da inovação, o Aché também patrocinou a participação de 20 atletas com diferentes tipos de deficiência (incluindo visual) na Maratona do Rio de Janeiro. Em parceria com a organização global Achilles International, a farmacêutica custeou as despesas desses atletas, além de 28 guias acompanhantes e cinco coordenadores, que participaram das provas de 10, 21 e 42 quilômetros, incluindo o grande Desafio Cidade Maravilhosa (21 km + 42 km).
“A missão do Aché é levar mais vida às pessoas, onde quer que elas estejam. Apoiar iniciativas que promovam a inclusão, seja por meio do esporte ou da tecnologia, faz todo o sentido para nós. Pretendemos continuar contribuindo para elevar a qualidade de vida e incluir cada vez mais pessoas com deficiência visual na sociedade”, conclui a executiva.