O Grupo Supley, principal hub de marcas de saudabilidade e performance da América Latina, está ampliando seus pontos de venda de produtos de nutrição e esporte no varejo, especialmente em redes de farmácias. A expansão da fábrica em Matão, no interior paulista, prevê um aumento de 65% na capacidade de produção a partir de um investimento de R$ 9,8 milhões. O objetivo é que 20% do faturamento da empresa venha desse canal. Atualmente, a companhia fabrica mais de 20 milhões de unidades de produtos por ano.

Para a CEO do Grupo Supley, Mariane Morelli, os pontos de venda físicos são estratégicos para ampliar o alcance das marcas junto a potenciais clientes que buscam um estilo de vida mais saudável e ativo, mas que ainda estão fora do universo da suplementação.
“Estamos acompanhando um crescimento enorme no mercado de suplementos, que até 2028 deve alcançar R$ 319 bilhões em vendas globais, impulsionado pela crescente demanda por vida saudável, bem-estar, equilíbrio, prática de exercícios e prevenção. Nos Estados Unidos, 75% da população consome suplementos, e estamos vivendo um momento semelhante ao que eles viveram há dez anos. Hoje, os suplementos já estão presentes em 59% dos lares do Brasil. Além disso, 40% dos brasileiros praticam atividades físicas, segundo o Ministério da Saúde, o que reforça o enorme potencial do nosso mercado”, afirma.
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A companhia fechou contratos com gigantes do varejo, como Raia Drogasil, Venâncio e Araújo. Segundo o diretor comercial, Marcos Oliva, a empresa está investindo em parcerias com estabelecimentos de médio e grande porte, em grandes centros nas cinco regiões do país, oferecendo produtos exclusivos, com embalagens diferenciadas e packs promocionais, contribuindo para o desenvolvimento do próprio mercado.
“Ainda há uma demanda a ser conquistada. Esses canais do ‘farma’ vão experimentar o boom que as lojas de produtos naturais já viveram no passado. Nossa meta é ter produtos da Max Titanium, da Probiótica e da Dr. Peanut nas gôndolas e nos checkouts das farmácias e supermercados”, destaca Oliva.
Mariane complementa que o projeto também traz um diferencial importante para os parceiros. “O projeto amplia as margens de lucro dos estabelecimentos. Os suplementos têm ticket médio mais elevado e abrem uma nova frente de faturamento para as redes de supermercados, por exemplo, que geralmente trabalham com margens mais curtas devido às características dos produtos que vendem”, analisa a executiva.