Pague Menos registra o sexto trimestre consecutivo de aceleração

Canais digitais representam 18,7% das vendas totais, com crescimento de 56,8%, e venda média mensal por loja atinge R$ 800 mil.
Pague Menos e Extrafarma inauguram cinco lojas no Ceará durante o mês de janeiro
Foto: Divulgação
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A rede de farmácias Pague Menos, segunda maior do Brasil e a única com presença em todos os estados da federação, manteve, no segundo trimestre de 2025, sua trajetória de crescimento acelerado, apresentando resultados operacionais e financeiros recordes. A companhia alcançou receita bruta de R$ 4 bilhões, crescimento de 18% em relação ao 2T24 — mais de cinco vezes acima da inflação do período.

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“O segundo trimestre mostra que entramos em um novo ciclo. A aceleração das vendas, o crescimento da rentabilidade e o fortalecimento da nossa presença digital evidenciam o sucesso das mudanças que promovemos na estrutura da companhia desde o ano passado”, afirma Jonas Marques, CEO da Pague Menos.

O EBITDA ajustado somou R$ 244,1 milhões no trimestre, avanço de 37,8% em relação ao 2T24, com margem EBITDA de 6,1%. Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 60,2 milhões, com margem líquida de 1,5%, representando crescimento de 36,2% frente ao mesmo período do ano anterior.

Lojas mais produtivas e presença nacional fortalecida

A companhia encerrou o 2T25 com 1.657 lojas e participação de mercado recorde de 6,6%, com expansão em todas as regiões do país. A venda média mensal por loja foi de R$ 800 mil no trimestre, crescimento de 17,8% em relação ao 2T24. Entre as lojas maduras, esse indicador já alcança R$ 824 mil, enquanto o número de unidades com vendas superiores a R$ 1 milhão por mês quadruplicou no comparativo anual, chegando a mais de 400 lojas.

Todas as regiões apresentaram desempenho consistente: Norte e Nordeste cresceram 17,6%; Sul e Sudeste, 19,9%; e Centro-Oeste, 20%, refletindo expansão de base e aumento de produtividade em cada mercado. A companhia conta atualmente com mais de 620 lojas no Norte e Nordeste, 660 no Sudeste e Sul e cerca de 230 no Centro-Oeste, garantindo capilaridade nacional e representatividade nas principais praças de consumo. Todos os estados da federação apresentaram expansão superior a 15%.

Esses resultados refletem não apenas o amadurecimento do parque de lojas, mas também a melhoria na gestão comercial, com incremento de sortimento, acuracidade na execução promocional, capacitação de equipes e maior aderência ao perfil regional do consumidor. A companhia também manteve sua estratégia de expansão seletiva, priorizando praças com alto potencial de consumo e sinergia logística.

Digitalização e experiência omnichannel impulsionam vendas

A frente digital da Pague Menos manteve sua trajetória de crescimento acelerado no segundo trimestre de 2025, consolidando-se como um dos principais pilares de expansão da companhia. As vendas por canais digitais alcançaram R$ 744 milhões, crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, representando 18,7% da receita bruta da rede.

O aplicativo da marca foi o principal destaque do período, com crescimento de 124% nas vendas, e passou a responder por cerca de 50% das transações online. O canal de televendas (TOV) e o e-commerce também apresentaram forte performance, com expansão de 39% e 46%, respectivamente.

A base ativa de clientes chegou a 22 milhões de CPFs, e os consumidores classificados como omnichannel representaram 11,4% do total. Esses clientes demonstram maior engajamento, com frequência de compra e ticket médio superiores à média da rede.

Leia também: Pague Menos inaugura unidade no Beach Park (CE)

Esse desempenho é resultado de uma série de iniciativas de integração e personalização da jornada do consumidor, incluindo o fortalecimento dos mecanismos de busca e recomendação de produtos no app, novas funcionalidades de recorrência e cashback, além de ações de marketing mais segmentadas com base em dados de comportamento e preferências.

Além disso, a companhia avançou na integração logística entre os canais físicos e digitais, com maior utilização do sortimento das lojas para atendimento dos pedidos online, o que contribuiu para a redução de prazos de entrega e aumento da satisfação dos clientes. A estrutura de fulfillment e a capacidade de atendimento foram expandidas com base em inteligência territorial e potencial de demanda.

Eficiência operacional e margens em expansão

A Pague Menos manteve seu compromisso com a excelência operacional no segundo trimestre de 2025, apresentando avanços consistentes em rentabilidade. A margem de contribuição atingiu 9%, aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, reflexo da diluição de despesas operacionais e do ganho de escala proporcionado pela expansão da receita.

A margem bruta foi de 30,7%, mesmo com o impacto da maior participação de medicamentos prescritos — que possuem menor margem — e da inflação moderada nos reajustes autorizados no setor. O resultado evidencia a resiliência do modelo comercial e a eficácia nas negociações com a indústria, especialmente em categorias estratégicas.

As despesas com vendas representaram 21,7% da receita bruta, com diluição de 0,7 p.p. frente ao 2T24, sustentadas por ganhos de produtividade nas lojas, revisão de rotinas operacionais, renegociação de contratos e aumento da digitalização de processos. Já as despesas gerais e administrativas ficaram em 2,9% da receita, mantendo-se dentro da média histórica da companhia. A digitalização de processos e a simplificação de estruturas organizacionais — com redução de níveis hierárquicos e centralização de funções de backoffice — também contribuíram para a manutenção da eficiência administrativa.

Consultórios farmacêuticos avançam e vacinação cresce mais de 500%

A Pague Menos segue ampliando sua presença como hub de saúde voltado à classe média expandida. No segundo trimestre de 2025, a rede alcançou mais de 1.150 unidades de consultórios farmacêuticos em operação, reforçando o compromisso da companhia com o cuidado primário e a saúde preventiva.

Ao todo, foram realizados 4,5 milhões de atendimentos no período, abrangendo serviços como aferição de pressão e glicemia, aplicação de medicamentos, teleorientação, testes rápidos e vacinação. A vertical de vacinas foi o principal destaque do período, com crescimento superior a 500% em relação ao 2T24, avanço que representa um salto de cerca de 50 mil para mais de 310 mil doses aplicadas no trimestre. Com esse desempenho, a companhia alcançou 7,6% de participação de mercado no segmento de vacinas do varejo farmacêutico.

Esse crescimento reflete os investimentos em capacitação das equipes farmacêuticas, expansão da infraestrutura clínica nas lojas e integração com campanhas nacionais de saúde, fortalecendo o papel das farmácias como pontos estratégicos de cuidado acessível em todo o território nacional.

Além do aumento de volume, a Pague Menos também reporta maior adesão de clientes aos serviços clínicos, contribuindo para o aumento da frequência nas lojas e o fortalecimento da relação de confiança com a base de consumidores. A estratégia está alinhada à visão de longo prazo da empresa de atuar de forma integrada no ecossistema de saúde.

“A farmácia tem se consolidado como um ponto fundamental de cuidado primário e atenção à saúde preventiva. Estamos investindo continuamente na capacitação dos nossos farmacêuticos e na ampliação da oferta de serviços para apoiar os nossos clientes ao longo de toda a sua jornada de cuidado”, complementa o CEO.

Geração de caixa e endividamento saudável

O ciclo de caixa operacional fechou o 2T25 em 53 dias, três a menos do que no mesmo período do ano anterior. A relação entre dívida líquida ajustada e EBITDA ficou em 2,6x, redução de 0,8x em 12 meses. Considerando apenas a dívida bancária, o índice foi de 1,9x EBITDA.

No período, a companhia realizou a maior captação de sua história, totalizando R$ 830 milhões via debêntures e notas comerciais, com taxa média de CDI + 1,55% ao ano e prazo de até cinco anos. Os recursos foram destinados principalmente à abertura de novas lojas, revitalização do parque atual e reforço do capital de giro.

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“Seguimos avançando em uma agenda estratégica de longo prazo, com foco em inovação, eficiência e cuidado com o cliente. A cada trimestre, reafirmamos nosso propósito de levar saúde com amor a todos os brasileiros, agora com escala, rentabilidade e uma operação cada vez mais integrada e preparada para o futuro”, finaliza Jonas Marques.

Foto de Revista da Farmácia

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