Butatan assina contrato de fornecimento de doses da CoronaVac para Ministério da Saúde

Acordo entre Instituto e a pasta foi firmado em reunião realizada nesta quinta-feira (7).
Butantan fecha acordo com Ministério da Saúde
Foto: freepik
Publicidade

Na noite de quinta-feira (7), o Instituto Butatan confirmou a assinatura de contrato com o Ministério da Saúde para aquisição de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Termos do contrato

A princípio, serão fornecidas 46 milhões de doses, em quatro entregas, até o dia 30 de abril, mas há possibilidade de outras 54 milhões de doses serem adquiridas, chegando a 100 milhões.

De acordo com o contrato, disponibilizado no site oficial da pasta, o valor total da compra é de R$ 2,6 bilhões e inclui todas as despesas diretas e indiretas da ação. Contudo, o pagamento será realizado apenas após a obtenção do registro ou autorização para uso emergencial junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Medida Provisória

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde Eduardo Pazuello revelou que o contrato foi assinado menos de 24 horas após a publicação da Medida Provisória (MP) 1026/21, que flexibiliza a compra de vacinas, insumos e outros artigos necessários para a vacinação contra a Covid-19.

A MP autoriza a compra dos produtos sem licitação e antes do registro oficial da Anvisa, numa tentativa de agilizar os processos quando a autorização acontecer. “Hoje assinamos com o Butantan. Assinado. Menos de 24 horas depois da Medida Provisória, nós assinamos um contrato para entrega das primeiras 46 milhões de doses até abril e de mais 54 milhões no decorrer do ano, indo a 100 milhões de doses”, disse o ministro.

O texto informa ainda que a vacinação do povo brasileiro deverá seguir as diretrizes do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Pedido de uso emergencial

A Anvisa informou que o Instituto Butantan decidiu, por estratégia própria, não oficializar a submissão de uso emergencial da vacina nas duas reuniões realizadas ontem. Em comunicado oficial, a Agência informou que “a reunião de pré-submissão é feita a critério da empresa/instituição antes do envio de pedido formal de registro ou de autorização para uso emergencial”.

Após a entrega dos documentos, a Anvisa estipula prazo de até dez dias para análise do pedido.

Veja também: Coronavac tem eficácia de 78% contra Covid-19 em estudo no Brasil

Foto de Revista da Farmácia

Revista da Farmácia

Por meio da Revista da Farmácia, empresários e profissionais se mantêm informados sobre as mais eficientes técnicas de planejamento, gestão, vendas, boas práticas farmacêuticas, entre outros temas.
Compartilhe
Publicidade

Receba as principais notícias direto no seu celular

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Veja também

Cenário também amplia a relevância dos testes moleculares, capazes de identificar múltiplos agentes infecciosos em poucas horas.
Especialistas alertam para a importância da imunização antes do pico de circulação viral; vacina contra a influenza lidera a procura no período mais frio do ano.
Benefício facilita o caminho entre o medicamento e o tratamento, além de reforçar o olhar para os cuidados com esse público.
Com a chegada do outono e o aumento das doenças respiratórias, Farmácias Nissei ampliam o acesso à imunização e facilitam a prevenção.
Análise do microbioma vaginal amplia a precisão clínica e contribui para o manejo de infecções recorrentes.
Especialista da TENA destaca que exercícios físicos podem contribuir para a saúde geral e para o fortalecimento do assoalho pélvico.
Não existem mais matérias para exibir.
Publicidade
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, vamos assumir que você está feliz com isso.