Farmácias computam mais de 3,6 milhões de serviços clínicos no 1º trimestre

Grandes redes consolidam-se como hubs de saúde e atenção primária.
Farmácias computam mais de 3,6 milhões de serviços clínicos no 1º trimestre
Foto: Divulgação
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O primeiro trimestre de 2026 marcou um novo avanço na expansão dos serviços clínicos oferecidos pelas farmácias brasileiras. Dados consolidados da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) mostram a dimensão desse movimento. Atualmente, as redes associadas reúnem 9.248 salas clínicas e contabilizaram cerca de 3,6 milhões de atendimentos nos três primeiros meses do ano.

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Entre os serviços mais procurados estão os exames rápidos voltados à identificação de doenças respiratórias, dengue, Covid-19 e tipagem sanguínea, refletindo uma demanda crescente por diagnósticos mais ágeis. O volume representa uma média de 40 mil procedimentos diários e evidencia uma transformação importante no papel do varejo farmacêutico.

Antes reconhecidas prioritariamente pela dispensação de medicamentos, as farmácias ampliaram sua atuação e passaram a ocupar um espaço mais estratégico na jornada de saúde da população, que busca cada vez mais praticidade. Além disso, esses estabelecimentos passaram a oferecer suporte em prevenção, orientação clínica e acompanhamento de pacientes.

O modelo segue uma tendência já consolidada em países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. “O primeiro trimestre revela não apenas a evolução dos atendimentos, mas uma transformação estrutural do setor, que passa a atuar de forma cada vez mais integrada no cuidado em saúde. Hoje, as farmácias ampliam seu alcance e se consolidam como hubs capazes de reunir serviços, orientação profissional, prevenção e acompanhamento em um único ambiente”, afirma Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

Leia também: Road Show Abrafarma 2026 destaca a evolução do farmacêutico na saúde

Regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e amparados pela Lei nº 13.021/2014, os serviços farmacêuticos vêm ampliando o acesso da população a cuidados especializados. Nesses espaços, os pacientes podem realizar revisão de medicamentos, acompanhamento de tratamentos prescritos, monitoramento de diabetes e hipertensão, imunização, orientações relacionadas ao colesterol, além de participar de programas voltados ao controle de peso e à cessação do tabagismo.

Foto de Revista da Farmácia

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