Plataforma Clinicarx lança curso gratuito sobre testes rápidos

Testes rápidos
Foto: Divulgação
Publicidade

A plataforma digital Clinicarx, que leva serviços primários de saúde à população, está lançando um novo curso sobre fundamentos dos testes laboratoriais rápidos (TLR) e de que forma eles podem aumentar a resolutividade da farmácia clínica e dos serviços farmacêuticos.

O curso, que é gratuito, tem como objetivo apresentar aos farmacêuticos os conhecimentos básicos sobre os testes rápidos. Nele, são apresentados os princípios do point-of-care testing (outro nome para TLR), de que forma podem ser integrados ao processo de cuidado farmacêutico, os benefícios ao paciente e de que maneira podem ser implantados na farmácia.

“O objetivo do curso é levar conhecimento técnico sobre os TLRs, para que os farmacêuticos estejam mais preparados quando a Anvisa autorizá-los em território nacional”, explica Cassyano Correr, coordenador do Clinicarx.

Contexto do testes rápidos na legislação em vigor

Atualmente, os testes rápidos não são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entretanto, o órgão iniciou, em meados de 2019, a revisão da RDC 44/2009, que regula as boas práticas farmacêuticas em farmácias e drogarias. Tudo indica que os testes rápidos serão contemplados na nova norma, afinal é uma grande demanda do mercado.

De acordo com a RDC 44, que já está sendo revisada pela Anvisa, os únicos serviços de assistência básica à saúde que podem ser oferecidos nesses estabelecimentos são a administração de medicamentos, aferição de parâmetros fisiológicos e bioquímicos e perfuração de lóbulo auricular para colocação de brincos.

A publicação da Lei Federal 13.021/2014 trouxe uma nova característica às farmácias, que passaram a ser consideradas unidades de prestação de assistência farmacêutica e à saúde. Com isso, houve uma ampliação dos serviços prestados nesses estabelecimentos. A RDC 197/2017, que regulamentou a vacinação, fortaleceu ainda mais esse processo. Entretanto, os testes rápidos ficaram de fora de ambos os textos.

Ainda que não haja permissão para a realização dos testes em nenhuma RDC em vigor atualmente, existe uma liminar judicial que autoriza alguns fabricantes de equipamentos a colocar seus produtos nas farmácias, o que acaba possibilitando a oferta dos testes rápidos sem risco de atuação.

O coordenador do Clinicarx acrescenta que já existem também leis locais autorizando os testes rápidos em farmácias, como é o caso do Estado do Rio Grande do Sul, do Distrito Federal e do município de Sorocaba, em São Paulo.

Inscreva-se aqui para fazer o curso.

Veja também: 7 serviços farmacêuticos para oferecer em 2020

Foto de Revista da Farmácia

Revista da Farmácia

Por meio da Revista da Farmácia, empresários e profissionais se mantêm informados sobre as mais eficientes técnicas de planejamento, gestão, vendas, boas práticas farmacêuticas, entre outros temas.
Compartilhe
Publicidade

Receba as principais notícias direto no seu celular

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Veja também

Popularização da semaglutida exige maior precisão na gestão das farmácias

Expansão dos tratamentos contínuos reforça a necessidade de prever a demanda, evitar rupturas de estoque e acompanhar a jornada dos pacientes, analisa TOTVS.

Santa Branca celebra 40 anos impulsionada por recorde de R$ 255 bilhões no setor farmacêutico nacional

Com mais de 40 anos de história, rede cearense aproveita força do associativismo para crescer acima da média do mercado

Assaí lança operação própria de farmácias com 25 unidades previstas para 2026

Com a marca Assaí Farma, companhia inaugura a primeira unidade na loja Anhanguera, em São Paulo.

Marcas próprias avançam no varejo farmacêutico e ampliam demanda por parceiros industriais especializados

Com mais de 40% das famílias consumindo marcas próprias, redes farmacêuticas ampliam investimentos em linhas exclusivas e fortalecem parcerias com a indústria.

Entenda as fases que um medicamento percorre antes de chegar às farmácias

Da bancada do laboratório até a prescrição médica, um novo medicamento pode levar mais de uma década para chegar à população. Esse percurso envolve anos de pesquisa, testes rigorosos e

DPSP apresenta Relatório de Sustentabilidade com marco histórico em logística reversa

Documento destaca resultados no descarte correto de medicamentos e avanços na redução das emissões de gases de efeito estufa.
Não existem mais matérias para exibir.
Publicidade
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, vamos assumir que você está feliz com isso.