Ambipar dá 5 dicas sobre logística reversa para setor farmacêutico

Logística reversa
Foto: freepik
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Com a implementação em dezembro passado do Decreto nº 10.388/2020, que instituiu o sistema de logística reversa de medicamentos com a participação de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos, o segmento farmacêutico deve fazer uma série de alterações em seus processos para se adequar à legislação.

“As companhias do setor fármaco terão que definir os pontos de coleta em que os consumidores podem fazer o descarte dos medicamentos. Além disso, ficam responsáveis por transportar, armazenar, segregar adequadamente cada tipo de resíduo e fazer a destinação correta”, comenta Camila Martucci, superintendente de Valorização de Resíduos da Ambipar, empresa líder de gestão ambiental.

Pensando nisso, destacou cinco pontos que precisam ser pensados de forma cautelosa para garantir a eficiência da logística reversa de medicamentos.

1 – Conscientização

Um dos pontos principais a ser mencionado é o fator de conscientização do consumidor final, que deve ser informado sobre pontos de coleta de medicamentos vencidos ou em desuso para que o resíduo possa ser direcionado ao descarte correto.

2 – Estabelecimento de sistema de coleta

É necessário fazer um estudo estratégico que defina um sistema de coleta eficiente, pensando desde o local do recebimento até os pontos de armazenamento temporário, passando por veículos apropriados para o transporte dos resíduos.

3 – Segregação de materiais

Depois de receber os medicamentos, as indústrias devem promover a destinação ambientalmente adequada desses resíduos, observando a legislação aplicável que determina a obrigatoriedade e o rigor de tratar as embalagens de contato primário com o resíduo e as bulas como se fosse o próprio medicamento.

4 – Investimento

As ações exigidas no Decreto envolvem investimentos altos por parte das companhias. Por esse motivo, algumas estão buscando terceirizar o serviço.

5 – Fiscalização

É importante documentar o processo inteiro de logística reversa para apresentá-lo aos órgãos competentes em caso de fiscalização. O rastreamento do material e softwares que documentem os procedimentos são fundamentais.

Veja também: Como vai funcionar a logística reversa de medicamentos na prática

Foto de Revista da Farmácia

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