EMS recebe aval da Anvisa e anuncia aprovação da primeira caneta brasileira de semaglutida

OZIVY amplia atuação da companhia no mercado de GLP-1 e marca seu protagonismo com uma plataforma própria de peptídeos.
EMS recebe aval da Anvisa e anuncia aprovação da primeira caneta brasileira de semaglutida
Foto: Divulgação
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A EMS anuncia a aprovação da Anvisa para o OZIVY, sua nova caneta de GLP-1 à base de semaglutida. O registro representa um novo marco na trajetória de inovação da companhia e amplia a estratégia iniciada com OLIRE e LIRUX, consolidando a EMS entre as empresas que lideram a transformação do mercado de terapias metabólicas no país.

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A chegada de OZIVY reforça um movimento construído ao longo dos últimos anos, sustentado por investimentos contínuos em ciência, tecnologia, inovação e produção nacional de alta complexidade. Mais do que lançar um novo medicamento, a EMS consolida uma plataforma proprietária voltada ao desenvolvimento de terapias inovadoras e reafirma sua ambição de posicionar o Brasil em um novo patamar dentro da indústria farmacêutica global.

Todas as canetas da plataforma de GLP-1 da companhia — OLIRE, LIRUX e agora OZIVY — utilizam uma nova rota regulatória, inédita no Brasil e inaugurada com OLIRE e LIRUX, com produção via síntese química. Trata-se de um processo altamente tecnológico, que reproduz a cadeia de peptídeos com elevado grau de pureza. Os medicamentos são classificados pela Anvisa como medicamentos novos, reforçando o caráter inovador da plataforma desenvolvida pela EMS.

“A EMS se preparou antecipadamente para este momento. Investimos de forma consistente em pesquisa, desenvolvimento, tecnologia, verticalização e capacidade industrial para construir uma plataforma robusta, capaz de colocar o Brasil em posição de protagonismo em um dos segmentos mais sofisticados da indústria farmacêutica mundial. Nossa caneta azul OZIVY simboliza essa transformação”, afirma Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.

O medicamento será produzido na fábrica de peptídeos da EMS, instalada dentro do complexo industrial da companhia em Hortolândia (SP). A estrutura integra uma das mais avançadas plataformas nacionais para a produção de peptídeos e canetas injetáveis, com alto grau de automação e capacidade instalada para produzir até 40 milhões de canetas por ano.

A implantação da plataforma de peptídeos recebeu investimentos superiores a R$ 1,2 bilhão e marca um dos maiores movimentos de transformação industrial já realizados pela companhia. A estratégia combina inovação farmacêutica, fortalecimento da cadeia produtiva nacional e expansão da capacidade científica da EMS, criando as bases para futuras gerações de terapias inovadoras desenvolvidas no Brasil.

Pensando na experiência e na jornada terapêutica dos pacientes, OZIVY chega ao mercado com uma apresentação exclusiva composta por duas canetas por embalagem, desenvolvida para favorecer conveniência, adesão e continuidade terapêutica. A companhia também estruturou uma estratégia especial voltada aos primeiros meses da jornada do paciente, fase considerada estratégica para adaptação de dose, acompanhamento clínico e evolução terapêutica.

“Desenvolvemos OZIVY com um olhar amplo sobre toda a jornada terapêutica. Nosso objetivo foi unir inovação, praticidade e suporte ao paciente desde o início do tratamento, favorecendo uma experiência mais integrada e contribuindo para a continuidade e o sucesso terapêutico”, afirma o Dr. Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS.

A semaglutida consolidou-se globalmente como uma das moléculas mais relevantes entre as terapias baseadas em GLP-1, especialmente pela conveniência da administração semanal e pelos avanços no manejo metabólico. OZIVY é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2 e chega ao mercado dentro de uma estratégia mais ampla da EMS voltada à ampliação do acesso a terapias inovadoras e ao fortalecimento da medicina de alta complexidade no país.

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Para a companhia, o fortalecimento da produção nacional tem potencial para transformar a dinâmica do mercado brasileiro de GLP-1, ampliando o acesso e permitindo que um número maior de pacientes possa iniciar terapias inovadoras com qualidade, segurança e acompanhamento adequado.

“A entrada da indústria nacional nesse segmento representa uma mudança importante para o país. Existe uma demanda significativa ainda não atendida, e acreditamos que a ampliação da capacidade produtiva local permitirá expandir o acesso de forma sustentável, competitiva e alinhada aos mais elevados padrões científicos e regulatórios”, complementa Marcus Sanchez.

A aprovação de OZIVY também marca uma nova etapa da EMS em sua trajetória de internacionalização e evolução tecnológica. A construção de uma plataforma nacional de peptídeos aproxima a companhia dos principais centros globais de inovação farmacêutica e reforça a capacidade da indústria brasileira de competir em mercados de alta complexidade e relevância estratégica.

“Estamos demonstrando ao mundo a potência da inovação farmacêutica desenvolvida no Brasil”, finaliza Marcus Sanchez.

Questões e próximos passos

Em um momento como este, algumas dúvidas são comuns ao mercado e aos consumidores no país. Por isso, a EMS esclarece alguns dos principais pontos observados ao longo dos últimos meses:

1- A EMS já tem data para lançar a caneta de semaglutida no Brasil?

O Ozivy já recebeu o registro da Anvisa. Neste momento, a companhia avança para as etapas operacionais subsequentes necessárias para o início da comercialização. Como ocorre com medicamentos dessa complexidade, ainda existem processos complementares que antecedem a chegada ao mercado. A expectativa é avançar para as próximas fases nos próximos dias, e em algumas poucas semanas, o produto poderá ser encontrado nas farmácias de todo o país.

2- O produto já está sendo produzido pela EMS?

A EMS possui estrutura industrial instalada e preparada para esta etapa. Com o avanço do processo regulatório, a companhia dará início às atividades produtivas relacionadas ao Ozivy imediatamente, dentro do cronograma previsto para o lançamento.

3- Já é possível saber qual será o preço do medicamento?

Podemos afirmar que Ozivy terá um preço que permitirá acesso ampliado e que favorecerá a adesão terapêutica, com manejo individualizado do tratamento. Pretendemos entrar muito competitivos neste mercado.

4- A caneta de semaglutida da EMS será genérica, biossimilar ou similar ao Ozempic?

As canetas da EMS, incluindo OLIRE, LIRUX e OZIVY, utilizam tecnologia de síntese química, são produzidas com matéria-prima sintética e classificadas pela Anvisa como medicamentos novos. Por isso, não se enquadram como genéricos, similares ou biossimilares.

5- O medicamento terá a mesma eficácia e segurança do produto de referência?

Para ser aprovado no Brasil, o medicamento precisa demonstrar, junto à Anvisa, evidências robustas de qualidade, segurança e eficácia. Esse processo inclui estudos extensos e inspeções rigorosas, seguindo padrões regulatórios elevados.

6- Qual será o diferencial da EMS nesse mercado?

A EMS conta com capacidade tecnológica instalada no Brasil e experiência na produção de análogos de GLP-1, como as canetas de liraglutida, comercializadas no Brasil desde agosto de 2025. A companhia já investiu mais de R$ 1,2 bilhão na plataforma proprietária de peptídeos, que tem se mostrado robusta e com novas oportunidades e opções de medicamentos por surgir, o que garante à empresa um diferencial competitivo, com impacto na qualidade de vida de milhões de pessoas. A estratégia da companhia está baseada na ampliação do acesso, com rigor científico, qualidade e respeito integral às exigências regulatórias.

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