Hypofarma recebe primeira envasadora oncológica asséptica fabricada no Brasil

Equipamento desenvolvido pela Optima viabiliza entrada da companhia na oncologia injetável e amplia a capacidade tecnológica da indústria.
Hypofarma recebe primeira envasadora oncológica asséptica fabricada no Brasil
Representantes da Hypofarma e da Optima receberam autoridades e convidados para entrega do equipamento (Foto: Divulgação, Hypofarma / Optima)
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A Hypofarma, farmacêutica especializada no desenvolvimento e na comercialização de medicamentos injetáveis, deu um passo decisivo em sua trajetória de expansão tecnológica e industrial com a entrega da primeira envasadora de líquidos oncológicos assépticos fabricada integralmente no Brasil. O equipamento foi oficialmente apresentado nesta segunda-feira, 12 de janeiro, na sede da Optima Machinery Brazil, em Vinhedo (SP), marcando o início de uma nova fase da companhia no segmento de medicamentos oncológicos injetáveis.

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Ao desenvolver a primeira envasadora nacional para oncológicos, a Optima rompe a dependência de importações com um equipamento de padrão internacional, representando um avanço estratégico para a indústria farmacêutica do país.

Para a Hypofarma, a aquisição viabiliza a entrada em uma nova rota tecnológica, amplia o portfólio e fortalece a área de pesquisa e desenvolvimento, criando as condições necessárias para o avanço em terapias de maior complexidade.

Segundo a presidente do conselho da Hypofarma, Giana Marcellini, a entrega do equipamento vai além de um investimento fabril. “Trata-se de um movimento estruturante, que reforça a autonomia tecnológica do país e amplia nossa capacidade de produzir medicamentos de alta complexidade com mais segurança, eficiência e acesso. A fabricação nacional dessa tecnologia fortalece toda a cadeia farmacêutica e está alinhada ao propósito da Hypofarma de ampliar o acesso a tratamentos essenciais”, afirmou.

Entrega da envasadora asséptica consolida a entrada da Hypofarma em um novo patamar industrial e regulatório (Foto: Divulgação, Hypofarma / Optima)

A tecnologia asséptica é considerada fundamental para a produção de medicamentos oncológicos injetáveis, que não podem ser submetidos à esterilização terminal sem comprometer sua eficácia. Com a nova envasadora, a Hypofarma passa a operar em um novo patamar industrial, atendendo a requisitos rigorosos de qualidade, segurança do produto e proteção dos profissionais envolvidos no processo fabril.

Para o CEO da Hypofarma, Jaeder Morais, a entrega da máquina consolida uma estratégia de crescimento baseada em inovação e visão de longo prazo. “Esse investimento amplia nosso portfólio, fortalece nossa atuação no mercado institucional e nos prepara para atender novas classes terapêuticas, especialmente na oncologia, sempre com foco em qualidade, continuidade produtiva e acesso”, destacou.

Além dos ganhos tecnológicos, a fabricação nacional do equipamento traz impactos operacionais relevantes, como maior agilidade na manutenção, redução de custos logísticos, fortalecimento da cadeia de suprimentos e menor risco de interrupções na produção. A nova linha também deve impulsionar a geração de empregos qualificados, com a ampliação do quadro técnico da unidade industrial da companhia.

Leia também: Hypofarma anuncia investimentos e inaugura escritório em São Paulo

O presidente da Optima Brasil, Fábio Junqueira, reforçou que a entrega do equipamento evidencia o desempenho de excelência das equipes da companhia. “Desde 2012, estamos produzindo no Brasil equipamentos alemães em condições e qualidade idênticas às dos produzidos por nossa matriz. Ou seja, não é parecido nem similar: é exatamente o mesmo produto. O que fizemos foi muito mais do que a entrega de uma máquina. Foi o resultado do esforço de diversas equipes”, comemorou.

A entrega da envasadora asséptica consolida a entrada da Hypofarma em um novo patamar industrial e regulatório, ampliando sua capacidade de atuação em medicamentos de alta complexidade. “Esse avanço nos permite crescer de forma sustentável, ampliar o acesso a tratamentos oncológicos e preparar a empresa para novos mercados, no Brasil e no exterior”, concluiu Giana Marcellini.

Foto de Revista da Farmácia

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