Nortec Química esclarece sobre patentes farmoquímicas

Nortec Química explica sobre patentes
Foto: shutterstock
Publicidade

[responsivevoice_button voice=”Brazilian Portuguese Female” rate=”1.0″ buttontext=”Escutar o artigo”]

 

O assunto das patentes farmoquímicas ganhou força durante a pandemia, quando pacientes necessitavam de tratamentos para amenizar as consequências das internações e sequelas após a Covid-19. Contudo, o acesso a medicamentos fica prejudicado quando o preço do produto figura acima das possibilidades.

Para a indústria farmoquímica, as patentes permitem garantir o retorno dos investimentos realizados desde a pesquisa e desenvolvimento (P&D) até os estudos clínicos, para assegurar segurança e eficácia.

Para garantir a exclusividade por maior tempo, não é raro um único medicamento ser protegido por diversas patentes. Além da patente da molécula (insumo farmacêutico ativo – IFA), muitas vezes o processo de síntese deste ativo, dentre outras possibilidades, pode ser protegido por patentes. Dessa forma, para a entrada de um medicamento genérico no mercado, é necessário analisar todas as patentes.

O parágrafo único do artigo 40 da LPI, ao permitir a extensão do prazo de patente farmacêutica por mais de 20 anos, não representava o equilíbrio entre direitos do inventor e da sociedade. Esse processo de expansão levava o País a atrasar a colocação dos genéricos no mercado que aumentam a competição entre os laboratórios e garantem a aquisição de medicamentos por preço pelo menos 35% mais baixo do que os de referência.

Letícia Covesi, pesquisadora e parceira técnica da Nortec Química, explica: “Dessa maneira, agora ficamos mais próximos do equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico e econômico do País e o interesse social deste privilégio temporário concedido por meio de patentes, tal qual previsto em tratados internacionais e regulamentado pelo direito de propriedade intelectual”.

Veja também: Demanda por nutracêuticos gera mudança nas cápsulas farmacêuticas

Foto de Revista da Farmácia

Revista da Farmácia

Por meio da Revista da Farmácia, empresários e profissionais se mantêm informados sobre as mais eficientes técnicas de planejamento, gestão, vendas, boas práticas farmacêuticas, entre outros temas.
Compartilhe
Publicidade

Receba as principais notícias direto no seu celular

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Veja também

Por Rodrigo Ferreira A indústria farmacêutica convive com um problema que raramente aparece de forma explícita nos relatórios, mas que afeta margens, eficiência e crescimento. Trata-se da falta de integração

A Novo Nordisk amplia suas ações de acesso aos tratamentos com as chamadas “canetas emagrecedoras”, com condições exclusivas para Wegovy (semaglutida biológica original injetável), indicado para o tratamento da obesidade,

Farmácias independentes podem realizar busca ativa por contatos para localizar representantes dos laboratórios.
Caneta da EMS começa a ser comercializada a partir de 15 de junho; empresa marca nova etapa na ampliação do acesso às terapias à base de GLP-1.
OZIVY amplia atuação da companhia no mercado de GLP-1 e marca seu protagonismo com uma plataforma própria de peptídeos.

Por Thais Moalla Silva É comum, no setor farmacêutico, que campanhas bem estruturadas e produtos consistentes não alcancem o desempenho esperado. Esse cenário costuma gerar frustração, especialmente diante de investimentos

Não existem mais matérias para exibir.
Publicidade
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, vamos assumir que você está feliz com isso.