Matrion agora é Matrion D: nova fórmula da Libbs Farmacêutica acompanha a mulher desde o planejamento gestacional

Matrion agora é Matrion D: nova fórmula da Libbs Farmacêutica acompanha a mulher desde o planejamento gestacional

Formulação com vitamina D contribui para que as gestações ocorram em condições ideais, podendo reduzir riscos como a pré-eclâmpsia.

Com o propósito de cuidar da mulher e do bebê com segurança e acolhimento desde o planejamento até o início da gestação, a Libbs Farmacêutica lança o Matrion D, suplemento desenvolvido para acompanhar mulheres em idade fértil que desejam engravidar e gestantes no primeiro trimestre. O produto reforça a importância da suplementação nutricional desde o período periconcepcional, fase em que a ciência demonstra maior impacto na prevenção de desfechos adversos e na promoção do desenvolvimento embrionário saudável.

Treinamento Online Sncr Prepare Sua Farmácia
Espaço publicitário

Entre os nutrientes importantes para o planejamento da gestação, o Matrion D reúne vitaminas do complexo B: L-metilfolato (B9), vitaminas B6 e B12, além de vitamina D, componentes fundamentais para o desenvolvimento inicial do embrião.

“A suplementação adequada de folato no período pré-concepcional e no início da gestação é amplamente reconhecida como uma medida eficaz no auxílio à redução do risco de defeitos do tubo neural, além de contribuir para desfechos gestacionais mais seguros”, explica a ginecologista e obstetra Thalita Domenich, médica consultora da Libbs Farmacêutica.

Leia também: Escuta ativa, prevenção e gestão: como a Libbs se antecipou à nova NR-1

O Matrion D foi desenvolvido para oferecer suporte nutricional no período pré-concepcional, etapa importante para mulheres que estão planejando uma gestação. A proposta acompanha uma tendência crescente na prática clínica de iniciar intervenções preventivas ainda no planejamento reprodutivo, ampliando a segurança e a previsibilidade para mãe e bebê.

“Além disso, evidências científicas indicam que uma parcela significativa da população pode apresentar variações genéticas que afetam a conversão do ácido fólico em sua forma ativa, o que reforça a relevância do uso de formas biologicamente ativas do nutriente em determinados perfis de pacientes”, conclui Domenich.

Compartilhe
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, vamos assumir que você está feliz com isso.