A TENA, marca que faz parte da Essity, reforça a importância da prática regular de atividade física como aliada da saúde e da qualidade de vida, inclusive para pessoas que convivem com escapes involuntários de urina. A conscientização ganha destaque no Dia Mundial da Atividade Física, celebrado em 6 de abril, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para combater o sedentarismo e incentivar hábitos mais saudáveis.

Apesar dos benefícios amplamente conhecidos, a prática de exercícios ainda não faz parte da rotina de grande parte da população. De acordo com a Pesquisa Saúde e Trabalho, realizada pelo Serviço Social da Indústria (SESI) em 2023, 52% dos brasileiros raramente ou nunca praticam atividades físicas. Entre os que se exercitam, apenas 22% mantêm uma rotina diária.
A recomendação da OMS é de pelo menos 30 minutos de atividade física por dia, o que pode contribuir para a redução do risco de doenças crônicas, como diabetes, problemas cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC), além de trazer benefícios para a saúde mental e o bem-estar. Por outro lado, segundo a OMS, o comportamento sedentário pode aumentar o risco de doenças. Portanto, limitar o tempo sedentário e manter-se fisicamente ativo faz bem à saúde.
No entanto, para pessoas que convivem com a incontinência urinária, o receio de episódios de escape de urina pode se tornar uma barreira à prática de exercícios. A condição, que está presente na vida de cerca de 12 milhões de brasileiros, pode ocorrer durante esforços físicos, especialmente em atividades de maior impacto.
Segundo Maria Alice Lelis, doutora em Ciências da Saúde – Urologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e enfermeira consultora da TENA, a prática de atividade física não deve ser evitada nesses casos. “A atividade física é fundamental para a saúde como um todo e, quando bem orientada, também pode contribuir para o fortalecimento do assoalho pélvico, ajudando na prevenção e no controle da incontinência urinária”, explica.
A especialista ressalta ainda que a incontinência urinária não deve ser encarada como algo natural. “Existem diferentes abordagens de tratamento, incluindo exercícios que fortalecem o assoalho pélvico e acompanhamento profissional, que podem melhorar significativamente o quadro e a qualidade de vida das pessoas”, afirma.
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Além do acompanhamento adequado, a escolha correta de produtos para o manejo da condição também faz diferença na rotina. “Nem todas as pessoas com perda de urina precisam utilizar fraldas. Para quem mantém mobilidade e independência, há diferentes opções, como absorventes femininos e masculinos, além de roupas íntimas descartáveis — que vestem como calcinha ou cueca — e que oferecem proteção adequada, alta absorção, controle de odor, conforto e discrição durante as atividades do dia a dia, inclusive durante a prática de exercícios físicos”, orienta Maria Alice.
O uso de soluções adequadas ao nível de incontinência contribui para mais segurança e confiança, permitindo que a pessoa se mantenha ativa. Nesse sentido, a prática regular de atividades físicas, aliada à orientação profissional e ao uso correto de produtos específicos para escapes de urina, pode ajudar a preservar a autonomia, a dignidade e o bem-estar.