Falta de calibragem em termohigrômetros gera sanções da Vigilância Sanitária

Farmácias e drogarias devem controlar os equipamentos para minimizar riscos de inutilização de medicamentos termolábeis.
Falta de calibragem em termohigrômetros gera sanções da Vigilância Sanitária
Foto: Divulgação
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A calibração é o processo de comparar um instrumento, como o termohigrômetro, com um padrão de referência, garantindo a confiabilidade necessária para o correto armazenamento dos produtos. Em outras palavras, trata-se de uma verificação periódica que assegura o bom funcionamento e a segurança dos equipamentos da farmácia.

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De acordo com a RDC nº 430, que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos, na Seção III, é obrigatório que os estabelecimentos conservem, de forma segura, medicamentos termolábeis cuja especificação de temperatura seja entre 2° e 8°.

Já a RDC 44/09 preconiza que as farmácias e drogarias realizem a calibração dos termohigrômetros anualmente, garantindo que o monitoramento das temperaturas seja realizado corretamente.

“Caso a farmácia não calibre os termohigrômetros, eles podem apresentar erros que não serão conhecidos, tornando-se não confiáveis, o que pode causar a perda de medicamentos termolábeis, como vacinas e insulinas, além de resultar em multas e interdições pela Vigilância Sanitária”, comenta Felipe Kovags, diretor da Kometro, laboratório de metrologia acreditado na Norma ISO/IEC 17025 pela CGCRE/INMETRO para serviços de calibração (CAL 0686), em entrevista à Revista da Farmácia.

Para preservar a qualidade dos termolábeis e de outras mercadorias, é fundamental realizar a calibração anualmente e manter os equipamentos dentro das especificações desejadas, minimizando os riscos de inutilização dos produtos.

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Felipe Kovags também destaca que a tecnologia pode auxiliar no gerenciamento de instrumentos de medição: “A Kometro, por exemplo, desenvolveu a Kometro Go, um app que reúne todas as informações necessárias para serem apresentadas às fiscalizações e auditorias”, finaliza o executivo.

Foto de Revista da Farmácia

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