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Procura por máscaras cirúrgicas cresce nas farmácias do Rio de Janeiro

A busca por máscaras cirúrgicas vem crescendo nas farmácias. Com isso, muitos proprietários estão tendo dificuldade de comprar dos fornecedores.
Máscaras contra coronavírus
Foto: shutterstock

Em meio à crescente confirmação do número de casos de coronavírus no Brasil, a busca por máscaras cirúrgicas, álcool gel e lenços descartáveis aumenta a cada dia nas farmácias do Rio de Janeiro.  A Ascoferj acaba de apurar com alguns proprietários de redes associadas que atuam no Estado que elas estão tendo dificuldades em conseguir comprar as máscaras para vender em suas lojas.

Vendas aumentaram em pouco tempo

Ricardo Valdetaro, proprietário da Farmácia do Leme, conta que as vendas do produto se multiplicaram. “Com a alta demanda, tem sido bastante difícil comprar dos fornecedores e, quando consigo, os preços estão o dobro”, conta ele.

O proprietário diz que hoje tem a máscara N95 e algumas normais em estoque, mas que elas estão acabando muito rápido. “Semana passada, um chinês comprou 500 máscaras para mandar para a China. Muitos estrangeiros estão procurando as máscaras”.

O gestor da Speedfarma, Sebastião Mascarenhas, também falou sobre o crescimento dessa demanda. “Essa busca é normal por conta da preocupação que estamos vivendo. Hoje temos poucas no estoque”.

Fornecedores estão sem máscaras

Outros empresários estão tendo dificuldades para comprar máscaras. Esse é o caso de Josué Firmino, diretor da FarmaHall. “Não estamos conseguindo abastecer nossos estoques, pois muitas distribuidoras também estão com o produto em falta. Hoje não temos nenhuma para vender”.

Assim como ele, Rafael Ahmed, um dos proprietários da Drogaria Venancio, também comenta sobre a falta de máscaras: “A informação de que estamos sem máscaras para vender no momento é verdadeira. Muitos fornecedores estão sem nenhuma disponível para venda”, diz.

O farmacêutico e conselheiro do Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro (CRF/RJ), Adriano Tancredo de Castro, também é dono de uma drogaria e fala sobre o aumento do preço gerado pela falta de produtos. “Quem tem as mercadorias no estoque hoje sabe que os preços aumentaram muito. A caixa de máscara normal, que comprávamos por R$ 14,00, hoje está sendo vendida a R$ 80,00 ou R$ 90,00”.

Castro revela que, inclusive, conhece o dono de uma distribuidora de álcool gel e álcool 70 que precisou aumentar o horário de trabalho de seus funcionários por conta da alta demanda pelos produtos.

Centros de distribuição são imprescindíveis

A matriz da rede Pague Menos confirmou o grande aumento da procura por máscaras, mas contou que o Centro de Distribuição deles está bastante abastecido. Bárbara Campos, coordenadora farmacêutica da Pague Menos, comenta a situação: “Nós ainda temos uma grande quantidade de máscaras no nosso CD. O que tem acontecido muito também é que, pelo fato de termos consultórios farmacêuticos, muitas pessoas estão nos procurando para pedir orientações sobre sintomas e tratamentos do Coronavírus”, finaliza.

Veja também: GSK e CEPI anunciam colaboração para desenvolver vacina contra coronavírus

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Millenium distribuidora referência no mercado pharma Espírito Santo e Rio de Janeiro

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