Cinco vantagens e aplicações da IA na indústria farmacêutica

Aplicação de IA pode reduzir em até 30% o tempo necessário para colocar um novo medicamento no mercado.
Cinco vantagens e aplicações da IA na indústria farmacêutica
Foto: Divulgação
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Com o crescimento da inteligência artificial (IA) no setor de saúde, a indústria farmacêutica vem ganhando novos recursos para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, personalizar tratamentos e acompanhar resultados no mundo real. De acordo com a consultoria McKinsey, a aplicação de IA pode reduzir em até 30% o tempo necessário para colocar um novo medicamento no mercado — além de contribuir para diagnósticos mais precisos, linhas de cuidado mais eficientes e melhor adesão dos pacientes.

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Com soluções voltadas à jornada do paciente e à integração de dados clínicos, a NeuralMed, healthtech brasileira com sete anos de mercado, tem ajudado operadoras, hospitais e farmacêuticas a usar IA de forma estratégica, contribuindo para mais eficiência e precisão em toda a cadeia de cuidado. Pensando nisso, Anthony Eigier, cofundador e CEO da empresa, listou cinco vantagens e aplicações da IA que vêm transformando a atuação das farmacêuticas:

  1. Recrutamento mais ágil e preciso para estudos clínicos: A IA permite cruzar automaticamente milhares de registros clínicos para identificar, em tempo real, pacientes elegíveis para estudos. Isso reduz gargalos no recrutamento, um dos maiores desafios da indústria farmacêutica — especialmente em doenças raras ou condições crônicas com baixa visibilidade.
  2. Identificação de pacientes de alto valor assistencial: Modelos preditivos baseados em IA permitem localizar pacientes que demandam cuidados imediatos ou que têm maior risco de complicações. Essa identificação precoce ajuda a indústria farmacêutica a atuar de forma mais direcionada em programas de acesso, o que contribui para conectar a indústria ao cuidado na ponta e gerar dados clínicos relevantes.
  3. Monitoramento contínuo da jornada do paciente: A IA aplicada à saúde permite acompanhar a jornada dos pacientes após o início do tratamento, possibilitando insights, em tempo real, sobre adesão, eficácia e pontos de abandono da terapia. Produtos como o Atlas Tracker, da NeuralMed, atuam justamente nesse acompanhamento, gerando dados para análise contínua da efetividade clínica fora do ambiente controlado dos ensaios.
  4. Geração de dados reais para avaliação de impacto: Além de indicadores clássicos de eficácia, a IA contribui com dados reais sobre desfechos clínicos, experiência do paciente e uso do sistema de saúde. Isso fortalece estratégias de farmacovigilância e permite comprovar o valor terapêutico em diferentes populações e contextos.
  5. Apoio à personalização de linhas de cuidado: Ao integrar diferentes fontes de dados — como exames, históricos clínicos e sinais de triagem —, a IA facilita a criação de linhas de cuidado mais personalizadas. Isso amplia o sucesso terapêutico e pode influenciar positivamente o posicionamento de medicamentos no mercado, com maior alinhamento entre tratamento e perfil do paciente.
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Leia também: Chiesi anuncia mudança nas embalagens de seus medicamentos

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