Mais do que manter uma trajetória de sucesso, empresas que se destacam sabem se reinventar. Na Cimed, terceira maior farmacêutica do país, essa reinvenção vem de dentro de casa, com uma nova geração que já está moldando o futuro da companhia com ideias, inovação e propósito. Liderada por João Adibe Marques, CEO que transformou um pequeno laboratório fundado por seu pai em um grupo bilionário, a empresa de 48 anos vive hoje uma nova fase: marcada pela força de uma geração que já atua como agente de transformação dentro dos negócios.
Mais do que preparar seus filhos para assumirem a empresa, João abriu um espaço real de protagonismo para que cada um traga suas ideias, visão de mundo e personalidade para a cultura da organização. Eles não apenas participam — lideram mudanças estruturais, culturais e estratégicas, respeitando suas individualidades e colaborando entre si.
“Eu não acredito em sucessão como um processo futuro. Ela acontece no presente. Meus filhos estão transformando a Cimed com frescor, tecnologia, criatividade e coragem. Aprendo com eles todos os dias. Eu trago a experiência, eles trazem o olhar atualizado. Nos apoiamos mutuamente. Isso é evolução”, afirma João.
Adibe Marques, de 26 anos, é diretor Comercial da Cimed. Filho mais velho de João, iniciou sua jornada na companhia ainda jovem, passando por diversas áreas. Liderou a transformação digital da empresa — substituindo processos manuais por sistemas integrados, como o Salesforce, uma das plataformas mais modernas do mundo — e foi peça-chave na transformação cultural da companhia.
“O que meu pai construiu é gigante, mas o que ele nos ensinou é ainda maior. Ele sempre nos deu espaço para trazer ideias e nos tratou como sócios da visão de futuro da Cimed. Tenho orgulho de fazer parte dessa transição viva, que já está acontecendo. E, mais do que isso, de contribuir para que a Cimed continue crescendo com inteligência e propósito”, destaca Adibe.
Esther Marques, 24 anos, também atua na Cimed, mas levou seu espírito empreendedor além das paredes da empresa ao fundar recentemente a marca de moda fitness Sié, inspirada no exemplo do pai. Hoje, ela concilia os dois universos e, com seu olhar atento às pautas sociais e ambientais, lidera também as iniciativas de ESG da companhia.
“Meu pai sempre disse que o negócio precisa impactar positivamente a vida das pessoas. Levei isso comigo ao criar a Sié e trago esse propósito todos os dias para a Cimed. Acredito que nosso papel é construir marcas com propósito e gerar impacto real. E poder fazer isso ao lado da minha família é especial. Meu pai, inclusive, vai participar da campanha de Dia dos Pais da minha marca — somos parceiros dentro e fora da empresa”, conta Esther.
Bruna Marques, 22 anos, é a caçula entre os filhos adultos e atua na área de marketing da Cimed. Criativa e comunicativa, colabora com várias marcas do grupo, sempre com uma abordagem leve e conectada às tendências da nova geração.
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“Crescemos dentro da Cimed, mas sempre tivemos liberdade para seguir o que fazia sentido para nós. O marketing me permitiu unir minha paixão pela comunicação com o propósito da empresa. Meu pai sempre nos escutou com atenção — e isso nos dá segurança para propor, ousar e criar. A nova geração está moldando o agora da Cimed, e isso é muito poderoso”, afirma Bruna.
Os filhos mais novos também já demonstram afinidade com o universo da companhia. João Pedro, de 10 anos, atento às paixões da nova geração e fã da Kings League — formato inovador de futebol que une entretenimento, linguagem digital e interatividade — foi quem apresentou a iniciativa ao pai, despertando sua atenção para o potencial da marca. Depois de ouvir o filho, João Adibe comprou a ideia, e a Cimed fechou o contrato de patrocínio com a Kings League Brasil. João Pedro participou da coletiva de imprensa do anúncio, teve um espaço especial na apresentação e acompanhou o pai em outros eventos relevantes da empresa. Charlotte, de 5 anos, costuma aparecer nos vídeos do Instagram do pai, especialmente quando o assunto é Carmed, marca da qual é fã declarada.
“Para os pequenos, tudo ainda é brincadeira — e tem que ser. Mas acredito que, desde cedo, é importante que eles conheçam o que a gente faz, estejam por perto e sintam orgulho disso. Eles também ensinam muito. Cada um, do seu jeito, já tem presença na história da Cimed”, destaca João.
A Cimed atravessa uma fase de crescimento acelerado, com metas ousadas para 2030. Essa nova era está sendo construída a muitas mãos — com a força da experiência de João e o entusiasmo da nova geração.

“Eu cresci ouvindo do meu pai que precisava ser melhor do que ele. E é isso que tento ensinar aos meus filhos também: honrar o passado, sim, mas inovar, criar, fazer diferente. O mundo mudou, e quem não escuta a nova geração fica para trás. Aqui, a gente anda junto”, conclui João.