GSK lança campanha de combate à meningite com sobreviventes reais

GSK lança campanha de conscientização da meningite
Foto: iStock
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A farmacêutica GSK acaba de lançar a campanha “Juntos contra a Meningite”, que conta a história de três sobreviventes reais da meningite meningocócica. A motivação da campanha é ajudar na conscientização sobre a doença e suas formas de prevenção, pois uma pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos MORI com 3.600 pais ou responsáveis mostrou que pais e mães desconhecem que seus filhos podem não estar imunizados contra todos os cinco sorogrupos mais comuns da meningite meningocócica.

Sobreviventes reais

Os três personagens da campanha são João Marcos, de dois anos, diagnosticado aos dois meses de idade; Jessyka Oliveira, de 14 anos, que sofreu graves consequências; e Andrey Garbe, de 23 anos, que teve uma trombose em decorrência da meningite meningocócica aos quatro meses e teve que amputar a perna direita, mas hoje é nadador e medalhista de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em 2019.

Campanha

A campanha, que está sendo veiculada em canais de televisão, mídia impressa e redes sociais, mostra as consequências, a longo prazo, da doença e tenta estimular conversas entre pais, mães e profissionais de saúde sobre os diferentes tipos e formas de prevenção à meningite.

O infectologia e gerente médico de vacinas da GSK, Jessé Alves, comenta a importância do diálogo sobre vacinas e seus benefícios para a eliminação de doenças, que aumentou durante pandemia da Covid-19.

“Mesmo nesse momento de isolamento social em que estamos vivendo, a recomendação das principais instituições mundiais de saúde é de que a população não deixe de se imunizar e manter a vacinação de toda a família em dia para prevenção contra doenças graves como a meningite meningocócica. Esses sobreviventes reais são exemplos inspiradores e poderosos para este alerta sobre a gravidade da doença e a rapidez com a qual ela se desenvolve”, revela Alves.

Pesquisa do Instituto IPSOS

A pesquisa foi realizada em oito países – Brasil, Austrália, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Espanha, Itália e Grécia – e mostra que 59% dos responsáveis, no Brasil, sabem que a meningite é uma doença incomum, porém grave, mas apenas 50% tem ciência de que ela pode deixar sequelas severas, como perda auditiva e de membros. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados não sabem que existe diversos tipos de meningite meningocócica (sorogrupos) e 63% desconhecem a existência de diferentes vacinas contra a doença.

Veja também: EMS apoia instalação de lavatórios públicos na comunidade de Heliópolis, em São Paulo

Foto de Revista da Farmácia

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