GSK planeja ser uma companhia carbono neutro até 2030

Meta de ser carbono neutro da GSK
Foto: iStock
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O impacto ambiental provocado pela atividade industrial é uma preocupação de diversas empresas. Pensando nisso, a GSK definiu objetivos específicos relacionados ao tema e implementar ações para promover a sustentabilidade ambiental: utilizar 100% da energia elétrica de fonte renovável até 2025; reduzir, até 2030, as emissões de gases de efeito estufa e o consumo de água em 20%, além de beneficiar 90% dos resíduos. Esta última já foi atingida de forma antecipada, em 2020, ao alcançar a marca de 95% dos resíduos beneficiados com reciclagem e compostagem.

Para atingir esses objetivos, a farmacêutica iniciou o projeto de instalação de uma usina fotovoltaica. A estimativa é de reduzir em 54 toneladas a emissão de CO2 ao ano. A empresa conta também com um sistema de reuso de água, que fornece 1.800 m² de água reciclada por mês.

José Carlos Felner explica que as iniciativas são um grande avanço na neutralização das emissões de carbono e na redução do impacto ambiental, mas que a GSK continuará empreendendo esforços para causar impacto positivo no meio ambiente: “Já zeramos o envio de resíduos industriais para aterros sanitários, e continuamos no caminho para tornar a GSK uma empresa cada vez mais sustentável, porque entendemos que a saúde das pessoas requer cuidar da saúde do planeta”.

Ao longo de 10 anos, a companhia cooperou com o reflorestamento de uma área no entorno da fábrica, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. São mais de 70 mil m², área equivalente a dez campos de futebol.

Veja também: Hypera Pharma investirá R$ 11 milhões em Goiás para projeto Juntos pelo Araguaia

Foto de Revista da Farmácia

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