Modelo de gestão colaborativa da epharma eleva a satisfação em 20% e impulsiona adesão aos tratamentos

Joint Business Plan conecta a empresa às principais redes farmacêuticas do país e transforma relacionamento comercial em estratégia conjunta orientada por resultados
Modelo de gestão colaborativa da epharma eleva a satisfação em 20% e impulsiona adesão aos tratamentos
Foto: Divulgação
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Um modelo de gestão colaborativa desenvolvido pela epharma, empresa especializada em Programas de Benefício em Medicamentos (PBM) no Brasil, em parceria com as principais redes farmacêuticas do país, vem gerando resultados expressivos para pacientes e parceiros do setor. Lançado em 2024, o programa, chamado de Joint Business Plan (JBP), registrou um nível de satisfação (NPS) 20% superior nas redes participantes, em comparação com as que não adotam a metodologia. Além disso, a taxa de adesão aos programas da indústria farmacêutica supera 95%, enquanto, em operações fora do modelo, os índices ficam abaixo de 80%.

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Os resultados são fruto de uma metodologia que conecta a epharma e seus parceiros varejistas em torno de objetivos comuns, indicadores compartilhados e planejamento conjunto. A iniciativa promove uma atuação integrada entre os diferentes elos da cadeia de saúde, substituindo negociações comerciais pontuais por uma agenda estratégica voltada à melhoria da jornada do paciente, ao aumento da eficiência operacional e à ampliação do acesso aos tratamentos. Atualmente, participam do programa redes como RD Saúde, Grupo DPSP, Farmácias Pague Menos, Panvel, Drogaria Araujo, Drogaria Venancio, São João e Drogal.

“O setor de saúde vive um momento em que inovação não significa apenas incorporar novas tecnologias, mas também repensar a forma como as organizações trabalham juntas para gerar valor. O JBP mostra como a colaboração estruturada pode produzir resultados concretos para empresas, pacientes e todo o ecossistema de saúde”, afirma Eduardo Mangione, CEO do Grupo EP.

O Joint Business Plan estabelece uma governança compartilhada entre a epharma e as redes participantes, com metas, indicadores de desempenho e iniciativas voltadas à melhoria da jornada do paciente. A proposta é alinhar objetivos comerciais, operacionais e de experiência do consumidor, promovendo uma atuação integrada entre diferentes elos da cadeia.

“O paciente está no centro de toda a estratégia. Quando conectamos dados, planejamento e execução entre os parceiros, conseguimos ampliar o acesso aos tratamentos, reduzir atritos na jornada e criar experiências mais consistentes para os beneficiários”, complementa Mangione.

Na prática, a metodologia utiliza análises de comportamento de compra, perfil de consumo, demandas regionais e jornadas de acesso aos medicamentos para identificar oportunidades e desenvolver ações conjuntas entre a epharma e as redes farmacêuticas. O objetivo é tornar o acesso aos tratamentos mais simples, conveniente e eficiente, contribuindo para a continuidade do cuidado e para melhores resultados em saúde. Além dos ganhos relacionados à experiência e à adesão dos pacientes, o JBP também gera impactos operacionais relevantes, como redução de retrabalho, maior previsibilidade na execução das ações, melhor aproveitamento dos investimentos e mais agilidade na tomada de decisões estratégicas.

Leia também: Levantamento revela aumento de cerca de 15% nas vendas de medicamentos voltados à saúde masculina

Segundo Pedro Rosolen Ponte Pancheri, head de Operações e Relacionamento da epharma, a iniciativa representa uma evolução na forma como empresas do setor farmacêutico constroem relacionamentos de longo prazo.

“Deixamos de atuar apenas em negociações transacionais para construir planos de negócios conjuntos, com objetivos compartilhados e foco em resultados. Isso cria uma relação mais estratégica entre as partes e gera benefícios que se refletem diretamente na experiência do paciente”, explica.

Ao consolidar uma atuação baseada em planejamento colaborativo, indicadores compartilhados e metas comuns, o JBP reforça uma tendência crescente no mercado: a inovação em modelos de gestão como ferramenta para aumentar a eficiência, fortalecer parcerias e gerar resultados mensuráveis para os negócios.

“Acreditamos que a inovação não está apenas no desenvolvimento de novas tecnologias, mas também na capacidade de criar modelos de trabalho mais eficientes e colaborativos. O JBP demonstra que, quando há alinhamento estratégico entre os parceiros, é possível gerar ganhos consistentes para o negócio, melhorar a experiência dos beneficiários e fortalecer todo o ecossistema de saúde”, conclui Pedro Rosolen Ponte Pancheri.

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