Autoconhecimento e sua importância na vida pessoal e na carreira

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Colaboradores emocionalmente equilibrados que investem no autoconhecimento desenvolvem relacionamentos mais éticos e inspiram confiança, alcançando bem-estar na vida pessoal e melhores resultados no trabalho.

É cada vez mais atual a tendência de incentivar a habilidade do autoconhecimento e inteligência emocional no ambiente corporativo, contribuindo para desenvolver profissionais capacitados emocionalmente e que possam equilibrar melhor a vida pessoal e carreira, alcançando os resultados solicitados por suas respectivas empresas.

As exigências não estão mais direcionadas somente ao conhecimento técnico e habilidades referentes às atribuições do cargo. O foco principal é o que devemos fazer ou como investir, contribuindo para que esse potencial humano do autoconhecimento se desenvolva nos colaboradores das organizações, embasado nos seus princípios éticos e visão de mundo. Como consequência, gradativamente consolidam-se as competências necessárias para que o colaborador efetive suas ações em contribuições significativas.

Estar atento à busca diária do equilíbrio significa estimular o colaborador a ter constantemente a autopercepção de suas potencialidades e competências comportamentais a serem desenvolvidas, refletindo sobre o ambiente em que o colaborador atua e como se deixa influenciar pelos obstáculos internos e fatores externos provenientes desse ambiente. Dessa forma é possível manter-se saudável e proativo, garantindo a melhor jornada cumprida, ao final de cada dia.

No autoconhecimento o indivíduo  tem maior consciência das suas metas, objetivos e propósitos; utiliza as experiências vividas, sejam positivas, sejam obstáculos, para repensar seu posicionamento; demonstra atitudes pautadas em valores familiares; enfrenta as eventuais mudanças com resiliência, um conceito emprestado da física que significa a capacidade do indivíduo em lidar com situações adversas, superar pressões, obstáculos e problemas, e reagir positivamente a eles sem entrar em conflito psicológico ou emocional.  

Todo esse aprendizado permite que o indivíduo esteja em contínuo crescimento e amadurecimento, o que contribui para o seu bem-estar e maior assertividade nas escolhas, causando um impacto positivo na sua história e nos seus objetivos.

Nesse processo de autoconhecimento e gerenciamento das emoções, acredito e tenho vivenciado nas empresas que pessoas emocionalmente equilibradas atuam com mais clareza de propósitos pessoais e de carreira e lidam melhor com as frustrações. Esse alinhamento de objetivos e visões (da empresa e do colaborador) é a base para um relacionamento ético e transparente, consolidando uma real parceria nas relações e contribuindo para um ambiente organizacional produtivo, em que o colaborador tenha a capacidade de aprender, renovar e inovar continuamente.

Foto de Lucia Gadelha

Lucia Gadelha

Pedagoga e especialista em Recursos Humanos, Lucia se destaca quando o desafio é implantar processos para a gestão de pessoas. Em sua coluna, Lucia orienta sobre a melhor forma de liderar e formar equipes de alto desempenho e obter os melhores resultados.
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