Consumo de antiácido dispara em um ano, puxado pela classe C e casais com filhos

Consumo de antiácido cresce na pandemia
Foto: iStock
Publicidade

O mais recente levantamento Consumer Insights, da Kantar, mostra que a categoria de antiácido foi a que mais cresceu no Brasil entre os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) no último ano. Foram 429 mil novas casas adquirindo esse medicamento só no terceiro trimestre e 175% de aumento de vendas em unidades desde o começo da pandemia.

Quem mais contribuiu para esse crescimento foi a classe C (+ 18%), uma das mais afetadas com o fim do auxílio emergencial, com o desemprego e a inflação, e casais com filhos pré-adolescentes (+ 16,4%), o que pode sugerir que o crescimento esteja ligado a problemas causados pelo estresse e ansiedade, como a gastrite.

Outros dados da Kantar mostram que o segundo trimestre deste ano foi o período de maior busca por alimentação saudável entre os brasileiros desde o início da pandemia. Foi registrado um aumento de 15% no consumo dessa categoria em relação ao mesmo período do ano passado.

Veja também: Seis meses após lançamento do genérico da EMS, preço de anticoagulante mais prescrito do País cai 42%

Foto de Revista da Farmácia

Revista da Farmácia

Por meio da Revista da Farmácia, empresários e profissionais se mantêm informados sobre as mais eficientes técnicas de planejamento, gestão, vendas, boas práticas farmacêuticas, entre outros temas.
Compartilhe

Receba as principais notícias direto no seu celular

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Veja também

Mudanças climáticas estão impondo novos desafios ao setor da cadeia de frio e a empresas do segmento, como o Grupo Polar.
Levantamento mostra que o faturamento médio dos estabelecimentos do Sudeste varia entre R$ 64 mil e R$ 92 mil.
De acordo com a Kantar, o antitranspirante está presente em 95% dos domicílios do país, e a população utiliza, em média, 13 unidades por ano.
Expansão no consumo aparente de complementos alimentares cresce, enquanto a geração de emprego no setor ultrapassa os 16%.
Prati-Donaduzzi planeja aumentar em 64% a produção de nutracêuticos para abastecer o mercado interno e ampliar sua participação fora do Brasil.
Foram vendidas mais de dois bilhões de unidades, representando um volume significativo no mercado farmacêutico.
Não existem mais matérias para exibir.
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, vamos assumir que você está feliz com isso.
Pular para o conteúdo