Pesquisa mostra que canal digital ainda deve ser mais explorado no setor farma

Canal digital ainda pode ser mais explorado no varejo farma
Foto: freepik
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A pandemia da Covid-19 gerou mudanças de perspectiva da população brasileira. O impacto do isolamento social foi tão grande que as compras pelo meio digital passaram a fazer parte da rotina. O Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (IFEPEC) realizou uma pesquisa, entre os meses de janeiro e março de 2021, com quatro mil brasileiros para entender como vem sendo o processo das vendas pelo canal digital na farmácia e quais são as principais mudanças de hábito.

Uso de internet e aplicativos

Dos entrevistados, 88,8% nunca compraram medicamentos pela internet ou por aplicativos. Já 8,8% compram com frequência e 2,5%, raramente. A região do Brasil que mais utiliza esse canal é a Sudeste (10,9%), seguida da Sul (9,9%), Centro-Oeste (8,9%), Norte (5,1%) e Nordeste (3%).

Consequentemente, 99,3% dos entrevistados nunca utilizaram serviços de entrega por aplicativos como Rappi, Uber e Loggi. O número de clientes que nunca compraram pela internet e retiraram os produtos na loja também é bastante significativo: 98,7%.

Frequência de compras

A grande maioria dos clientes (75%) acredita que houve mudanças nos hábitos de consumo geradas pela pandemia e a necessidade de manter o distanciamento social. Desses, 49,7% reduziram a frequência com que iam às farmácias, mas não trocaram às compras presenciais por pelo telefone (95,5), nem por WhatsApp (78,2) ou mudaram de farmácia (97,9%).

Cerca de 77,8% dos entrevistados acreditam que seguirão com os mesmos hábitos após o fim da pandemia, enquanto 11,3% afirmam que não manterão e 10,8% não sabem responder.

Veja também: Pesquisa mostra dificuldades do público sênior para compra de medicamentos

 

Foto de Raphaela Quintans

Raphaela Quintans

Raphaela Quintans é jornalista. Atua desenvolvendo conteúdos para o portal Revista da Farmácia e redes sociais.
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